PEPA PUKE mistura pc music, cyber funk e techno macumba na mixtape '99 TROPIKEY'



O underground teve o seu momento hype no início dos anos 2000, quando bandas alternativas recheavam a sonoridade dos trabalhos com elementos pouco convencionais do que estamos acostumados a ouvir na cena pop. Perceba: as palavras ‘underground’ e ‘pop’ utilizadas nessa frase não se referem aos estilos musicais – tanto porque não são. Hoje temos a comprovação de que vale muito mais como um comportamento do que apenas uma produção bem feita.

O alter ego PEPA PUKE entendeu essa necessidade quando decidiu criar a 99, uma festa alternativa que celebra as subculturas em Recife. Ronaldo Barros, o nome por trás do inusitado apelido, é DJ há sete anos e se mostra eclético para animar o público da noite: “Ronaldo é mais popular, toca do funk ao pop. Diferente do Pepa Puke, que já parte pro underground, do flop ao techno”, complementa.



Nascido da parceria com um amigo, o projeto 99 exala influências do Sea Punk e Vaporwave, além de outras subculturas como os Club Kids e Ravers. Segundo ele, a festa passa por diversos estilos da e-music: Techno, 90s, PC music, Hardstyle, Acid House, Vogue e todo tipo de som louco com beats interessantes – unindo tudo isso ao visual.

Para promover a próxima edição da 99, que celebra a chegada do carnaval e chega com o título '99 TROPIKEY', Pepa Puke preparou uma seleção de uma hora com algumas faixas que serão apresentadas na festa – como “Gasolina” do TETO PRETO, “Cavalo” de NoPorn, “Drinkee” do Sofi Tukker, “1991” de Azealia Banks, “Somebody To Love Me” de Mark Ronson e muitos outros.

Ouça a mixtape abaixo:

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