Da Mamba Negra para o mundo, o Teto Preto é o projeto eletrônico que você deve conhecer agora



A identidade das ruas é uma característica principal do projeto Teto Preto, nome conhecido das festas da Mamba Negra, que foge do habitual numa proposta cultural interessante que percorre o Brasil. Fomentados pelo techno, a house music e outros estilos derivados, o projeto originou o nome Mamba Rec, cujo objetivo é consolidar um novo tipo de som focado nas diversidades, nas ruas e classes.

Formado por L_cio, Zopelar, Bica e Angela (do grupo Angela Carneosso e a Peste), o Teto Preto vem construindo nome com a mistura de diversos elementos da música brasileira. O primeiro registro chama-se “Gasolina”, uma infecciosa composição de Angela, cortejada por violinos e sintetizadores robustos. A mensagem poderosa da faixa é o foco principal de toda a produção, concebida para queimar as pistas de dança.



O videoclipe de “Gasolina” também evidencia esse sentimento ao mostrar a performance corporal do francês Loic Koutana. A inquietude corporal do artista é uma forma de mostrar como a juventude está inquieta com o ambiente em que vive. Ele passeia por diversos cantos, seja em plena Avenida Paulista ou pelos escombros da cidade.



Outra canção apresentada pelo projeto chama-se “Já Deu Pra Sentir”, uma composição de Itamar Assumpção. A extensa introdução da música é mais uma característica do coletivo: composta de marimbas envolventes, trompetes minuciosos, sintetizadores elegantes e o som da cuíca por toda a produção – deixando claro a brasilidade do som dentro de um estilo totalmente contraditório.

Os dez minutos da canção nos leva a uma viagem lisérgica pelas ruas urbanas das principais capitais do país, tentando absorver a madrugada como única fonte de energia da composição intrigante.



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